A presença veio morar em você — juntos.
Línguas de fogo sobre cabeças comuns — e ninguém se queima.
O fogo que um dia ardeu sobre um monte santo demais para se tocar desceu em Pentecostes e pousou sobre pessoas. Cabeças comuns. O mesmo fogo que poderia tê-las consumido escolheu, em vez disso, repousar. Paulo diz sem rodeios: você é o templo de Deus — e o você está no plural. A presença já não é um lugar aonde você vai; é algo que você, em conjunto, é.
E depois da Semana 3, é preciso perguntar: se a glória pôde partir de um templo, será que pode partir de mim? Ouça a diferença. Aquela glória repousava sobre uma nação sob condição; esta foi dada dentro de você como um selo — não um clima, não uma força, mas uma Pessoa, Aquele que Jesus prometeu que estaria "com vocês para sempre" (João 14:16; Efésios 1:13–14). Icabode era o medo da antiga aliança. Não é o seu nome.
O fogo nunca permanece onde cai. Você o leva porta afora.
Leve a presença a um lugar específico esta semana que só você consegue alcançar.
Você não precisa fazer nada com este espaço. É para ficar, não para resolver.
Você é o lugar santo. Descanse nele.
A palavra para templo é naos — não o complexo do templo (hieron), mas o santuário interior, o santo dos santos. Em 1 Coríntios 3:16 o "você" está no plural: toda a igreja reunida é um único santuário. Em Pentecostes o fogo do Sinai veio repousar sobre pessoas (Atos 2) — o mesmo fogo, um novo lugar de repouso.
Diga assim: naos · NÁ-oss