A glória pode se levantar; a presença não é uma posse.
Uma sala onde as pessoas continuam cantando depois que Deus saiu.
Uma mulher dá nome ao bebê com o último suspiro, e o nome que ela escolhe é a própria dor: Icabode — "a glória se foi." Israel havia arrastado a arca para a batalha como um amuleto da sorte, tentando usar Deus sem obedecer a Ele. Você não pode transformar a presença em arma. E quando a glória vai embora, raramente sai em fúria — em Ezequiel ela se retira aos poucos, dando toda chance de voltar.
O perigo é o silêncio: uma sala onde as pessoas continuam cantando depois que Deus se foi. Não vamos passar por cima disto. Fique aqui dentro.
Nomeie um lugar de "forma sem fogo" e o traga de volta a Deus todos os dias esta semana.
Você não precisa fazer nada com este espaço. É para ficar, não para resolver.
Você também pode ficar em silêncio aqui. Ele continua na sala.
Icabode é 'i (não / onde?) unido a kavod — "sem glória." Em Ezequiel a partida é encenada: querubins, soleira, portão oriental, o monte a leste da cidade (Ezequiel 10–11). Ela vai embora devagar, rumo ao leste — exatamente a direção pela qual um dia voltará (Ezequiel 43). E os salmos de lamento são permissão: o Salmo 88 termina no escuro e ainda assim é Escritura.
Diga: Icabode · i-ca-BÔ-de